quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Importação de Médicos

          

Por: Stephanyy Damasceno
  

         A importação de médicos para o Brasil é um investimento desnecessário. Os governantes estão tentando mitigar esse problema, porém é preciso investimento em recursos materiais para que os médicos possam trabalhar em condições humanas.

A vinda de médicos estrangeiros não vai melhorar a saúde pública, além disso, a população terá uma enorme dificuldade ao se comunicar devido a língua falada, essa ideia de importação é totalmente frívola.

Não é a falta de especialistas  que está ocasionado o descaso com a saúde pública e sim a falta de investimento.

A nação brasileira de enorme "jactância" o direito e dever de cobrar do poder legislativo para que esse problema para que não fique perene e se transforme numa acuidade, temos que ser uma população inexorável onde o patriotismo invade nossos corações.

Portanto, devemos lucubrar sobre essa decisão governamental, passando por um crivo de ética e justiça. Com um brado sui generis, faremos com que os políticos parem de nos ludibriarem.

 

Inspiração sem Querer

Por: Shérida Lourranne




Sem inspiração
Estou agora
Mas preciso lucubrar
Para as rimas chegarem
É como Quimeras
Mas sem imaginação, já era!
Talvez se eu tentar mitigar
Vou chegar em algum lugar.
Que coisa chata
Não consigo ter imaginação
Isso quase me mata
Acabou meu coração
Talvez se eu desse um brado
mas que não fique latente
E sim na minha mente.
Bravo!
Que seja algo que demonstre a minha jactância
Pelo país da abundância
Algo que seja Inexorável
Para que eu me orgulhe de meu QI
Tão amável.
Mas espere um momento
Estou relendo esse pequeno trecho
e vejo que mesmo sem tema isto é um poema !

Coração Valente


Por: Rebeca Silva Ribeiro


Hoje despertei do meu sonho mais latente, o meu amor de outrora.
Começou no momento quando percebi que era intrínseco os meus sentimentos.
 

Paixão de adolescente, todos manipulavam meus pensamentos, mas algo, dizia: Não é uma simples quimera.

Meu corpo estremecia ao ouvir sua voz, um brado que só ele conseguia retirar de m’alma.

Sinto-me como um verdadeiro crivo de amor, o que não é correspondido, simplesmente deixo esvaí de mim.
Ele era dono de uma rigidez, um caráter inexorável, parecia frívolo, mas não, era somente sua acuidade que emanava de seu intelecto.
Como eu estava ludibriada, tentava mitigar meu amor perene.
O mais ínfimo jactância ele retirara de meu ser. A pessoa asco que eu era, ele alterou, me fez voar com asas de anjo, ou melhor, de cupido.
O meu desejo é tão gigante, quando penso em nós, gregário.
É uma simbiose humana, subjacente, sui generis, porém arrebatadora.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

RELATO DE UMA SEMIDEUSA...

 
Estou correndo por toda arena, não conseguia fugir de tal monstro. Repreendia-me mentalmente por nunca ter prestado tanta atenção nas aulas de lutas contra monstros. Fofo, sim esse era o nome que Nico – meu irmão – havia dado a um monstro de cinco metros de altura, e mais de uma tonelada de pura gordura. O Fofo era um monstro que era usado no Submundo, para o treinamento de todos os filhos de Hades.  [Nico para de me atrapalhar deixe-me contar! Como eu ia dizendo.] Se você se pergunta o que estou fazendo no Submundo. A resposta é simples. Sou filha do deus da Morte.
Olha meu grande erro, deixe-me apresentar. Sou Bianca Di Angelo, irmã de Nico Di Angelo. Filha do deus Hades, com Maria Di Angelo – minha parte humana. – Sou semideusa. [Para de ser besta Nico, me deixa contar a historia direito. Onde eu parei?!]
***
Minha vida estava frívola, perene e latente. Após ouvir o brado de Quimera, um híbrido de dois animais, esse era com cabeça de Leão, corpo de Cabra, rabo de serpente e solta fogo pelas narinas. Esse monstro me causava calafrios. Esse tipo de monstro vivia em gregarismo, intrínseco e simbiose.
         Quem diria que eu, Bianca Di Angelo estaria enidesimando tortuosamente. Meu crivo, era tentar mitigar Fofo, uma prova quase ínfima de vitória nesse momento. Nico, estava do outro lado da arena, estava ludibriando-me pelas tentativas fracassadas de derrotar o monstro.
         Eu e Nico somos sui generis, éramos os únicos que tinham esse treinamento especial, pelo fato de sermos filhos de Hades, o deus da morte. Tentávamos ao máximo não entramos em situações de risco.  Meu pai às vezes é inexorável, e que faz de tudo para nos ensinar a lutar da melhor forma. Porém, era imanente minha falta de jeito para luta.
            Mas, Graças a Zeus, Nico percebeu a tempo que Quimera estava vindo por trás de mim, após te me derrubado com um golpe. Minha cabeça latejava. Nico pulou para dentro da arena, correu em minha direção com sua espada em punho, vendo se tinha me machucado seriamente, mas eu apenas tinha uma costela sido quebrada e um queimadura no meu braço, nunca vi seus olhos mudarem de cor, a fúria era translucida, ele começou a gritar e a correr em direção ao Fofo, Nico conseguiu um impulso com sua corrida, e aproveitou a pequena mureta que ficava ao redor da arena, e se impulsionou para conseguir acertar em cheio o centro do peito do pobre Fofo. Nico deixou a espada enterrada no centro do peito do monstro, e caiu de joelho no chão.
...

CONTINUA NO PROXIMO CAPITULO!


HAHA’

terça-feira, 23 de abril de 2013

Álcool, velocidade: mortes apressuradas


Por: Ana Carla Rapozzo

Em hora de prazer apressurado, muitos enfastiados na monótona vida, aderem às bebidas alcoólicas, transformando-se em subterfúgios. A autoestrada somadas à velocidade excessiva corrompi a anedota de uma vida. Originando-se dos sorumbáticos consumidores de cerveja, o piramidal nível de acidentes por embriaguez cresce no Brasil, tornando-se inextirpável da realidade dos cidadãos.
A felicidade efêmera que, toma conta do psicológico estarrecido pelo álcool, com isso, esboroa-se na mordaz perda da vida inocente, que lânguido na sua existência, representa mais um entre tantos que ouvem o ciclo se calar por causa de uma garrafa de vinho.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Conversa que Acaba em Paradoxo

Por: Pábila Lemos 
                                                                                                           
Encontrei um velho amigo na baiuca, fomos tomar uma cerverjinha, conversávamos sobre nossa adolescência dos antigos tempos. Meu amigo estava muito recalcitrante e todo mundo observava o modo como ele se comportava. Fiquei tímido com situação. 
Na baiuca chegou uma morena inebriante, mas, a sua arrogância era demais, porém, tinha polidez e eu fui logo puxando um papo com aquela moça perfeita. Ela começou a falar coisas que eu não tinha nem noção do que poderia ser, falou que gostava  muito de menestrel e estudava acústica, a conversa para mim coadunou numa aporia pois, não entendia nada. 
Ela ainda comentou que gostava muito da etimologia das palavras, que era ufanista pelo Brasil, tinha orgulho do seu país e que falar o português correto era essencial na vida de qualquer brasileiro. Aquela garota ficou fixa na minha memoria, empaquei-me naquela imagem Com isso, fiz uma miscelânea das coisas da minha vida e pensei... porque, não estudei as palavras para saber conversar bem com as pessoas. 
Pensei... de fato sou anacrônico e a mulher falava cada vez mais com tenacidade... Meu Deus! Tive que me emanar situação constrangedora, pois, estava sendo obsceno comigo mesmo e que a vida só tem sentindo para quem realmente sabe o significado.




Aquecimento global: o sofrer da Terra



Por:  Evelyn 
O aquecimento global é considerado hoje uma aporia, pois, a muitas divergências  entre dois lados sendo eles natureza e as industrias. Na época "menestrel" o mundo não sofria tanto com o calor pois, a natureza era mais extensa e os avanços ainda não tinham tomado a proporção inebriante que causa nas pessoas na atualidade. 
Apesar da contundência e da coerção a natureza ainda tenta mesmo que a passos lentos emanar-se dos problemas. Portanto, o mundo precisa de ufanistas. A natureza pede socorro! 
Imagem   
















terça-feira, 9 de abril de 2013


 

Obsolência Programada
Por: Luiza Bonfantti 
Presencia-se o ápice da “inovação”nesse século. Será mesmo possível combater essa obsolência programada? E os jovens, como prepará-los, para consumir com mais consciência?
A mídia hoje exerce um poder supremo sobre grande parte da população, fazendo verdadeiras lavagens cerebrais em seus consumidores, e o pior de tudo é que isso os leva a um simples e trágico destino: a “overdose mental”.
Vive-se um real jogo de níveis, no qual os seres humanos são como fantoches para os “chefões”. Não existe fim, a tal obsolência programada, em que os comerciantes adentram a mente das pessoas, devido ao marketing voraz que utilizam. Tudo não passa de uma programação.
Desse modo, dispõe-se hoje de muitos meios que podem ajudar na quebra desse ciclo, um exemplo são as redes sociais, podemos utilizá-las para alertar a sociedade sobre essa “doença”. Deve-se dar atenção em especial aos jovens, que são alvos fortes dessa decisão do produtor de propositalmente desenvolver, fabricar e distribuir um produto para consumo de forma que se torne obsoleto, forçando-o a comprar a nova geração do produto.
É necessário força de vontade para combater ou ao menos dirimir os índices de consumismo da sociedade hodierna. Portanto, está na hora de virar o jogo e apresentar o “game over” para esse vírus.
 

terça-feira, 2 de abril de 2013


MISCELÂNEA 

A MORTE DE CHORÃO

Por: Alyne Rocha


A recente morte do vocalista da banda Charlie Brown Jr. conhecido como chorão veio como um alude de tristeza, o que parecia algo corriqueiro se tornou uma anomalia demasiada e austera, a noticia do trágico já poderia vir sendo implicitamente pelos amigos e familiares, pois, com o tempo seu decoro nos palcos e fora deles vinha mudando.
Chorão era itinerante. Vivia sempre rodeado de amigos, não tolerava desdouro. O cantor possuía uma grande personalidade, mas, que começou a se desnaturalizar, tendo em vista, a situação anacrônica que se encontrava nos últimos dias.
A perícia deve fitar para descobrir o que aconteceu. Portanto, as idiossincrasias devem ser analisadas com prudência para que não haja um desfecho com leviandade e eufemismo.


CORRUPÇÂO, NUA E CRUA

Por: Danilo Mascarenhas

Hoje em dia o governo brasileiro tem vivido uma aporia que toma conta do senado, pois, a arrogância dos políticos esta em alta. O as pessoas tem um estorvo para eleger um candidato honesto e que tenha boas ideias para os municípios, mas alguns deputados corruptos emanaram da câmara, porém, ainda falta muito para alcançar uma pureza.
Vereadores de cidades do interior são letárgicos para criar projetos em prol das pessoas, entretanto, para surrupiar verbas do município são bem eficientes. O povo conformista não cria nem uma ideia para que sua cidade possa melhorar.
Nas grandes metrópoles os políticos corruptos usam um sistema implícito, que os demais candidatos não conseguem perceber, os mesmos fazem uma verdadeira rapina nos cofres públicos.
Portanto, temos que usar a justiça a nosso favor e retirar esses tais políticos do parlamento e colocar pessoas que sejam ufanistas o bastante para que o Brasil se torne um país melhor e cresça bastante.


Inebria-me

Por: Matheus de Souza

A miscelânea de flores inebriava a todos, com seus perfumes variados.
Corriqueiramente a moça passava por aquele jardim.
A jovem recebeu uma missiva do seu amado,
mas por conta da sua letargia não terminou de ler.

segunda-feira, 1 de abril de 2013


“Terapia” Mundial
 

 
Por: Letícia Eça

Comprar, comprar e comprar, atualmente essa é a solução para quase todos os problemas existentes no mundo. A nova “terapia” está tomando conta da vida das pessoas. A população perdeu o senso crítico e a cada dia fica mais cega. As propagandas tornaram-se incisivas. As pessoas que frequentam essa clínica podem abstrair consequências drásticas, a saber: compulsão, alienação e desestabilidade emocional.
Até que ponto, a falta de consciência crítica das pessoas permite que, a publicidade direcione suas próprias vidas? Percebe-se que, a sociedade tem vivenciado a compra como um momento de êxtase, para fugir dos seus problemas ou acalentar suas angústias, comprando até mesmo o obsoleto.
Nessa perspectiva, temos visto uma sociedade totalmente influenciada pelo poder midiático.
Essa problemática poderá ser solucionada mediante a "leitura".Pois, o ato de ler emancipa o homem tornando-o autônomo, livre e com ideais inovadores. Portanto, incentivar o homem à leitura talvez seja o fator decisivo para mudarmos esse quadro terapêutico.



Consumismo: Epidemia do sec. XXI
Por: Leticia Kislley
Atualmente o consumismo, pode ser considerado uma “praga” devido às pessoas quererem sempre mais, para satisfazer seus desejos momentâneos.
Desse modo, devemos cuidar para que essa possível “doença” entre em nossas vidas, e nos faça comprar aquilo que não necessitamos, destruindo assim nossa situação financeira e as nossas relações sociais.
Contudo, devemos entender que, para evitar as ciladas do sistema basta ter autocontrole, e capacidade de discernir o que é de fato importante para a vida, pois a felicidade do ser humano consiste em ser e não em ter.