Estou
correndo por toda arena, não conseguia fugir de tal monstro. Repreendia-me
mentalmente por nunca ter prestado tanta atenção nas aulas de lutas contra
monstros. Fofo, sim esse era o nome que Nico – meu irmão – havia dado a um
monstro de cinco metros de altura, e mais de uma tonelada de pura gordura. O
Fofo era um monstro que era usado no Submundo, para o treinamento de todos os
filhos de Hades. [Nico para de me
atrapalhar deixe-me contar! Como eu ia dizendo.] Se você se pergunta o que
estou fazendo no Submundo. A resposta é simples. Sou filha do deus da Morte.
Olha meu grande erro, deixe-me
apresentar. Sou Bianca Di Angelo, irmã de Nico Di Angelo. Filha do deus Hades,
com Maria Di Angelo – minha parte humana. – Sou semideusa. [Para de ser besta
Nico, me deixa contar a historia direito. Onde eu parei?!]
***
Minha vida
estava frívola, perene e latente. Após ouvir o brado de Quimera, um híbrido de
dois animais, esse era com cabeça de
Leão, corpo de Cabra, rabo de serpente e solta fogo pelas narinas. Esse monstro
me causava calafrios. Esse tipo de monstro vivia em gregarismo, intrínseco e
simbiose.
Quem diria que eu, Bianca Di Angelo estaria enidesimando
tortuosamente. Meu crivo, era tentar mitigar Fofo, uma prova quase ínfima de
vitória nesse momento. Nico, estava do outro lado da arena, estava
ludibriando-me pelas tentativas fracassadas de derrotar o monstro.
Eu e Nico somos sui generis, éramos os únicos que tinham esse
treinamento especial, pelo fato de sermos filhos de Hades, o deus da morte. Tentávamos
ao máximo não entramos em situações de risco. Meu pai às vezes é inexorável, e que faz de
tudo para nos ensinar a lutar da melhor forma. Porém, era imanente minha falta
de jeito para luta.
Mas, Graças a Zeus, Nico percebeu a tempo que Quimera estava
vindo por trás de mim, após te me derrubado com um golpe. Minha cabeça
latejava. Nico pulou para dentro da arena, correu em minha direção com sua
espada em punho, vendo se tinha me machucado seriamente, mas eu apenas tinha
uma costela sido quebrada e um queimadura no meu braço, nunca vi seus olhos
mudarem de cor, a fúria era translucida, ele começou a gritar e a correr em
direção ao Fofo, Nico conseguiu um impulso com sua corrida, e aproveitou a
pequena mureta que ficava ao redor da arena, e se impulsionou para conseguir
acertar em cheio o centro do peito do pobre Fofo. Nico deixou a espada
enterrada no centro do peito do monstro, e caiu de joelho no chão.
...
CONTINUA
NO PROXIMO CAPITULO!