quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Coração Valente


Por: Rebeca Silva Ribeiro


Hoje despertei do meu sonho mais latente, o meu amor de outrora.
Começou no momento quando percebi que era intrínseco os meus sentimentos.
 

Paixão de adolescente, todos manipulavam meus pensamentos, mas algo, dizia: Não é uma simples quimera.

Meu corpo estremecia ao ouvir sua voz, um brado que só ele conseguia retirar de m’alma.

Sinto-me como um verdadeiro crivo de amor, o que não é correspondido, simplesmente deixo esvaí de mim.
Ele era dono de uma rigidez, um caráter inexorável, parecia frívolo, mas não, era somente sua acuidade que emanava de seu intelecto.
Como eu estava ludibriada, tentava mitigar meu amor perene.
O mais ínfimo jactância ele retirara de meu ser. A pessoa asco que eu era, ele alterou, me fez voar com asas de anjo, ou melhor, de cupido.
O meu desejo é tão gigante, quando penso em nós, gregário.
É uma simbiose humana, subjacente, sui generis, porém arrebatadora.

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